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"Senti, nesse momento, a extrema responsabilidade e a importância do Ortoptista!"

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Ana Cláudia Barbosa Rocha é finalista do Curso de Ortóptica e partilhou connosco uma reflexão do que foi o seu percurso académico, que agora termina.


 Começamos a nossa viagem em 2016, quando Ana Cláudia iniciou a grande aventura de um jovem adulto – o ingresso no Ensino Superior. Apesar de sempre ter gostado de ciências e de temáticas relacionadas com Saúde, a sua escolha foi para as engenharias. Já após o início das aulas, apercebeu-se que o seu caminho não era aquele. Nas suas próprias palavras, Ana Claúdia descreve como decidiu “mudar de rumo e seguir o meu coração para os cursos na área da saúde... na ESS, claro!”. Ortóptica não foi a sua primeira opção e até concorrer não sabia que esta área existia. Acabou por ser colocada na sua terceira opção e veio para a ESS | P. PORTO descobrir o mundo da Ortóptica.

O seu percurso académico foi influenciado pela situação pandémica por que estamos a passar, mas nem isso impediu a Ana de viver experiências únicas. Algumas das experiências que destaca incluem a visita ao serviço de Ortóptica do CHUC logo no 1º ano, a participação em rastreios visuais, participar em iniciativas como a “Sexta Aberta” ou o Dia Mundial da Ortóptica (2020). Além destas, destaca duas cirurgias oftalmológicas, a que teve a oportunidade de “assistir in loco”.

Quando a desafiamos a descrever o que mais a marcou no seu percurso com a nossa escola, Ana Cláudia realçou um momento do seu estágio no Hospital Pedro Hispano e Centro Hospitalar Entre Douro e Vouga. O momento em que realizou pela primeira vez um exame complexo que descreve como “invasivo, no qual é necessária uma injeção de contraste para o estudo da vascularização retiniana. É preciso fotografar o fundo do olho, cumprindo todos os tempos e respeitando o protocolo. Foi muito marcante para mim... senti, nesse momento, a extrema responsabilidade e a importância do Ortoptista!”.

Numa retrospetiva, a nossa finalista afirma que descobriu a sua “verdadeira vocação”. Do curso de Ortóptica, destaca o facto de os docentes serem, também, profissionais no ativo. Esta mais valia “permite-nos acompanhar a constante evolução em todas as áreas, pelo que

isso desafia-nos e cativa-nos”.

Para o futuro, Ana Cláudia leva a esperança sonhadora de uma estudante finalista. Espera poder começar a exercer como Ortoptista brevemente, num meio hospitalar desafiante que a motive a crescer. Além disso, “gostaria de estar ligada à área de investigação, participar em diversos estudos científicos e contribuir assim para a constante evolução da profissão”. Destaca a elevada taxa de empregabilidade da área de Ortóptica, que considera um aspeto relevante.

Terminamos a nossa entrevista com desejos de muitas felicidades para a nossa futura alumna, com a certeza que a sua paixão e dedicação lhe trarão muito sucesso. “Espero que seja feliz a desempenhar o papel de Ortoptista e a contribuir para a saúde visual da população.”

 

    

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arpl

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