Ao longo da entrevista, defende que a dor é uma experiência profundamente individual e subjetiva, reforçando a ideia de que não há dois doentes iguais. Sublinha que, mais do que medir a dor em escalas, é essencial compreender o impacto real que esta tem na vida de cada pessoa, ajustando a intervenção às suas necessidades, objetivos e contexto.
O docente destaca ainda que a abordagem à dor deve combinar conhecimento científico com uma forte componente humana, onde a comunicação, a empatia e a escuta ativa assumem um papel central. Salienta também que fatores como o medo do movimento podem agravar a dor, sendo fundamental capacitar as pessoas para recuperarem confiança e funcionalidade.
Além da prática clínica em contexto hospitalar, o Professor Alexandre desenvolve atividade de ensino e investigação na E2S, contribuindo para a formação de futuros fisioterapeutas e para o avanço do conhecimento na área da reabilitação.
Convidamos toda a comunidade a ler a entrevista aqui.
